sexta-feira, 10 de junho de 2016

Desemprego atinge um quarto dos jovens com menos de 25 anos

O Jornal Estadão trouxe nessa sexta-feira (10) uma notícia desagradável para os mais jovens: o desemprego entre os que possui 14 e 24 anos aumentou e atinge um pouco mais de 25% deles.
O levantamento foi feito pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Avançada) e também apontou uma elevação do desemprego entre as pessoas de 25 a 59 anos: de 6,69% para 7,91%. Em relação às regiões geográficas, o Nordeste do Brasil supera com 10% e entre as mulheres o índice é de 12,75% em comparação com os homens que é de 9,48%.
A pesquisa também mostra o vínculo com a escolaridade, a remuneração paga e também sobre o porquê desses índices. Acompanhem: Carreira no mercado: desemprego cresce entre os jovens




quarta-feira, 8 de junho de 2016

Salário mínimo inviabiliza contratação de trabalhadores menos qualificados

        A ilusão de que o aumento do salário mínimo iguala o poder aquisitivo de pessoas de classes inferiores ao de pessoas que possuem uma renda melhor está muito claramente explicada e desmascarada na reportagem do Instituto Liberal de São Paulo (ILISP). Nela, fica claro que o salário mínimo torna muitas vezes inviável a contratação de um trabalhador por empresas pelo simples fato de que, dependendo do preço do salário mínimo, o gasto com esse trabalhador não pagará o quanto o mesmo produziu pela empresa. Isso cria problemas sociais graves, como a atuação de trabalhadores em cargos ainda mais baixos dos quais os mesmos estão capacitados a atuar e a não assinatura de carteiras de trabalho, impossibilitando os trabalhadores de gozarem de direitos importantes que poderiam ampará-los em casos de imprevistos a curto, médio e longo prazo, bem como da previdência social.
        Segue o link da reportagem:

Defender o salário mínimo é ser contra os mais pobres e os menos qualificados

segunda-feira, 6 de junho de 2016

FMI diz que políticas neoliberais aumentaram desigualdade

      O neoliberalismo é uma doutrina econômica, que recebeu críticas de um de seus maiores defensores, o Fundo Monetário Internacional (FMI), em artigo publicado por três economistas da instituição.
     O documento sugere que os benefícios de algumas políticas neoliberais, pode ter efeitos nocivos de longo prazo. O corte de gastos do governo, privatização, livre comércio e a abertura de capital podem ter custos "significativos" em termos do aumento da desigualdade.

Segue algumas características do Neoliberalismo:

- Mínima participação estatal nos rumos da economia de um país e pouca intervenção do governo no mercado de trabalho;
- Política de privatização de empresas estatais;
- Livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização e abertura da economia para a entrada de multinacionais;
- Adoção de medidas contra o protecionismo econômico;
- Diminuição do tamanho do estado, tornando-o mais eficiente;
- Posição contrária aos impostos e tributos excessivos;
- Aumento da produção, como objetivo básico para atingir o desenvolvimento econômico;
- Contra o controle de preços dos produtos e serviços por parte do estado, ou seja, a lei da oferta e demanda é suficiente para regular os preços;
- A base da economia deve ser formada por empresas privadas;
- Defesa dos princípios econômicos do capitalismo.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

A aposentadoria no Brasil - o rombo na Previdência Social

A Previdência Social tem sido assunto de grande debate nos últimos meses, principalmente para aqueles que defendem que a idade média de aposentadoria no Brasil, devido haver a idade mínima, é baixa. Com a expectativa de vida girando em torno dos 80 anos, é necessário fazer uma reforma previdenciária para que a longo prazo o país não sofra com o déficit de jovens e o elevado número de idosos. O fato é que com o modelo atual, as contas já não estão mais fechando e a tendência é piorar: os trabalhadores na ativa não conseguirão mais financiar a aposentadoria de quem não está mais no mercado de trabalho.
Nesse sentido, na última terça-feira (31), a Globo News entrevistou o economista do Banco Morgan Stanley, Ruchir Sharma, que teceu sua análise sobre o tema, advertindo que o sistema previdenciário é grande demais para um país com renda per capita pequena (considerando a grande desigualdade social). Segue o link com a entrevista!

Tarefa difícil: mudar o sistema previdenciário do Brasil


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Queda do arrecadamento, gastos com previdência, obras das Olimpíadas, dentre outros, causam rombo nos cofres do Rio e fazem os mesmos voltarem ao patamar de 2007


        A notícia publicada pelo jornal "O Globo" no fim do mês passado traz uma breve previsão balanço do orçamento do estado do Rio de Janeiro para o ano de 2016. Segundo essa previsão, o estado terá disponível para gastar o valor da receita do ano de 2007 (corrigido pelo IPCA), podendo assim, dizer-se que o patamar do orçamento das contas públicas teve recuo de uma década.
        Os principais motivos desse recuo das contas públicas do estado estão relacionadas a queda da arrecadação de impostos, impulsionada pelo esfriamento das atividades industriais e comerciais, e altos gastos com a previdência social, situação agravada pela lei de paridade, que obriga que os inativos também sejam contemplados com o aumento concebido pelo governo do estado a 49 categorias em 2014.
      Além disso, outras razões também tiveram contribuição para o declínio nas contas do estado, como obras de grande porte para a Copa e as Olimpíadas, excesso de confiança nas receitas trazidas pelo pré-sal, dentre outras, como pode ser visto na notícia que pode ser acessada no link abaixo do gráfico a seguir.

Estado prevê gastar este ano valor equivalente ao orçamento de 2007

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Por que uma "fuga de cérebros" ameaça o Brasil na crise?

     A expressão "fuga de cérebros" faz referência aos profissionais especializados em áreas do mercado de trabalho e dotados de um alto conhecimento em seu campo profissional, que migram de países pobres ou com poucas oportunidades para centros mais desenvolvidos que carecem de suas habilidades.
     No Brasil a baixa qualidade de educação e poucas oportunidades bem renumeradas e valorizadas no mercado de trabalho, evidentemente provoca um efeito ruim para o país, que perde trabalhadores e se defrontam com escassez de mão de obra qualificada, o que torna o quadro da crise ainda mais agudo.
     Está fuga de cérebros, gera desdobramentos positivos e negativos para o país, confira melhor estas situações no link abaixo:

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/por-que-uma-fuga-de-cerebros-ameaca-o-brasil-na-crise


                       


domingo, 29 de maio de 2016

Efeito dominó: rombo nas contas das cidades

 A notícia que o blog traz hoje foi divulgada ontem pela revista Exame. Trata do problema que os municípios tem enfrentado em relação à arrecadação e o aumento dos gastos públicos. Como consequência, as prefeituras tem tentado algumas medidas para mudar essa situação, por exemplo a demissão do pessoal do seu quadro de comissionados e a redução da carga de trabalho. Esse panorama é considerado tão grave que o presidente interino, Michel Temer, colocou o fato entre uma das prioridades de seu governo. Segue a reportagem na íntegra: 60% das cidades brasileiras irão terminar o ano no vermelho

O blog de hoje também traz a vocês uma novidade: nosso espaço interativo contará com mais dois participantes: o Gabriel, nosso monitor que faz Engenharia, e a monitora Graciele, da Economia. E volto a lembrá-los: quaisquer dúvidas que vocês tenham e que não queiram tratar pessoalmente, mandem e-mail para nós. Qualquer sugestão para notícias ou mais explanações sobre a matéria ministrada em sala de aula, também!!!