sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A hiperinflação brasileira

O blog de hoje faz uma conexão direta com a matéria atual da disciplina ECO034 -Inflação.
O site G1 traz um aparato geral sobre a inflação, explicada por cinco economistas.
Além de apresentar 4 vídeos breves e de fácil entendimento, o site reuniu uma perspectiva histórica-econômica da origem da inflação, até o seu controle com o Plano real e se posicionou um pouco sobre a elevação inflacionária que o Brasil vem sofrendo atualmente.
Vale a pena conferir:


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O que esperam os brasileiros em 2016?

A revista Exame trouxe um pequeno conglomerado de pesquisas acerca das expectativas dos brasileiros acerca de 2016. Com a maioria desacreditando em uma melhoria da crise, é caracterizado cada vez mais a chamada crise política e econômica nos diversos setores do país.
Em contrapartida, hoje o blog traz uma projeção completa de analistas que, em agosto de 2015, faziam previsões acerca da economia de uma forma geral. A reportagem do site ZH Notícias mostra o lado otimista, demonstrando as perspectivas de superação da crise. Em alguns pontos, já podemos caracterizar os erros e os acertos previstos.

Exame: Pessimismo na população em relação à crise

ZH Notícias: Visão otimista acredita na superação da crise ainda em 2016


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

62 pessoas do mundo possuem a mesma riqueza que metade da população mundial?!

A OXFAM (uma ONG britânica) desenvolveu um estudo acerca da disparidade da riqueza mundial. No início dessa semana, apresentou a conclusão do trabalho, cuja tese era de que 62 pessoas do mundo possuíam a mesma riqueza da metade da população inteira. Com argumentos de que a riqueza dos mais ricos aumentou e a riqueza dos mais pobres diminuiu, o estudo revela algumas possibilidades de equiparar - ao menos um pouco - as duas classes sociais. Tais possibilidades se baseariam na elevação dos salários de empregados, na repressão da sonegação fiscal por parte da classe mais abastada e em um maior investimento nos serviços públicos.
Lendo a >matéria na íntegra<, é quase impossível não observar a importância de ações concretas dos governantes para amenizar tal situação econômica. Contudo, como a imparcialidade tanto no meio jornalístico como em meios de pesquisas/acadêmicos não existe, na última quarta-feira (20) o Instituto Ludwing von Mises Brasil, criticou veemente o estudo da ONG britânica, trazendo alguns pontos a serem refletidos e discutidos. Dentre eles, aponta dados interessantíssimos sobre a distribuição de renda, da desigualdade e do impulso econômico necessário para o equilíbrio de rendas.

O estudo da OXFAM se encontra no link citado acima, e segue então o link da >notícia vinculada no site Mises<.

Apesar dos dois textos serem grandes, vale a pena a leitura e a reflexão acerca do tema. Apesar de serem visões aparentemente muito opostas, existe algumas interseções em ambas!


A imagem serve para lembrar que não há a negação da desigualdade social, mas sim para fazer pensar em formas eficazes de tratá-la. A foto parece que foi tirada em São Paulo - SP.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

"Até hoje não sei porque estudo Economia. Faço Nutrição!"

Atendendo a pedidos depois das notas da primeira prova, hoje o blog conta com a sugestão de algumas alunas do curso de Nutrição. E aqui desde já convido todos a mandar sugestões de postagens!
Hoje analisaremos as Ciências da Nutrição, cuja área provoca grande impacto na Saúde Humana. Logo nessa primeira característica, já podemos observar interseção com as Ciências Econômicas visto que esta última é uma ciência social aplicada, que promove na prática a inter-relação dos seres humanos e os bens (que já vimos, são escassos para as necessidades ilimitadas dos homens).
É preponderante ressaltar, antes de qualquer explanação, a importância dessas duas áreas no cotidiano da população. A Economia só existe porque constituímos uma sociedade, e a Nutrição porque essa sociedade é composta por seres humanos que precisam fomentar a Economia. Para a sociedade funcionar bem, é necessário que todos exerçam uma função e que essa função seja realizada da melhor forma possível, tentando exaurir os meios e a capacidade de produção existentes.
A Nutrição junto com as Ciências Médicas fornece mecanismos alimentares (dietas ou estímulos) que são indispensáveis para a promoção da saúde e prevenção das patologias. O profissional de Nutrição, para melhor relação paciente-nutrólogo, deve, contudo, analisar em cada caso concreto o que é melhor para seu paciente nas condições apresentadas por este.
Para melhor comparação, o blog mostra hoje duas reportagens que não contam com um conteúdo capaz de extinguir quaisquer dúvidas, mas sim, de fazer uma reflexão sobre o modelo social que nos inserimos.

Como a Nutrição pode ajudar na Economia Mundial

Saúde - Economia em Nutrição




segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O índice Big Mac - Poder de paridade de compra

O índice Big Mac é um guia que tenta demonstrar se a moeda de um país está em seu nível correto de compras. Trata-se do chamado "poder de compra", paridade em relação aos demais países.
A ideia central é a análise do preço do Big Mac em diversas localidades e uma comparação entre eles.
Por exemplo, o preço médio de um Big Mac nos EUA em janeiro de 2016 é de US$ 4,93; na China, apenas US$ 2,68 a preços de mercado. Você se lembra quanto custa no Brasil?
Trazemos no blog hoje duas reportagens, uma explicando a lógica do Big Mac e a outra com seu contexto histórico e explanações acerca da noção de que, a longos prazos, as taxas de câmbio devem se movimentar em direção a uma equalização de uma cesta mundial de quaisquer bens e serviços.

Quanto custa o Big Mac no Brasil comparado a demais países

The Big Mac Index - The economist





Relação de 2015.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O PIB brasileiro e de outros países

Seguindo a linha de estudo da disciplina ECO034, hoje trataremos do PIB em uma perspectiva interna e externa. Para isso, uma breve e conceitual definição do que se refere o PIB:
O PIB é o Produto Interno Bruto produzido por um determinado território em um período de tempo (geralmente trimestral ou anual) onde é medido, através da soma em valores monetários, os bens e serviços finais gerados por uma determinada Economia.
Observando tal teoria, podemos inferir que trata-se de território uma região quer sejam cidades, estados e países. Na contagem é importante que se analise somente os bens e serviços finais, para que não se faça a inclusão duas ou mais vezes de um mesmo item.
No mais, a notícia do link abaixo mostrará um panorama recente (quarta-feira, 6) do que o Banco Mundial (BIRD) acredita que possa ocorrer nos próximos anos em relação ao PIB.

BIRD/ PIB BRASIL/ PIB OUTROS PAÍSES


Imagem retirada do site G1 - ECONOMIA- Reportagem: "Entenda o PIB". (Clique na imagem para expandir.)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Os gastos do governo

Ainda não existe concretamente valores acerca dos gastos governamentais de 2015, apesar de especulações irem na vertente que o governo fechou suas contas em déficit. O blog de hoje traz, portanto, como forma de elucidar parte da matéria que será tratada na próxima quarta-feira (06) na disciplina ECO034 - "Contabilidade Social" - a chamada economia de 3 setores, onde além das famílias e empresas temos o setor público (para posteriormente se tratar do setor externo - economia de 4 setores).
Há de se ressaltar que os Gastos do Governo contém:
  1. Gastos com ministérios, secretarias e autarquia (por exemplo, a UFJF)
  2. Gastos das empresas e sociedades de economia mista (por exemplo, Banco do Brasil, Petrobrás)
  3. Gastos com transferências e subsídios (por exemplo, caso da Mercedes-Benz em Juiz de Fora);
E se os Gastos forem maiores que a Receita Fiscal, temos o Déficit Primário. Caso contrário, Superávit Primário.

A notícia que segue trata, dessa maneira, dos gastos de 2014 que por ser ano eleitoral, o governo bateu recorde e, com isso, as contas públicas fecharam no pior resultado de toda a série histórica do Tesouro Nacional,

Gastos com publicidade e gastos gerais - breve resumo 2014

Segundo o site "Auditoria Cidadã", em 2014, o governo federal gastou R$978bilhões com juros e amortização da dívida pública. Isso corresponde a 12vezes o que foi destinado à educação e 11vezes aos gastos com saúde. (Clique na imagem para expandir).