sexta-feira, 17 de junho de 2016

PIB estável em abril, segundo índice do Banco Central

Como já sabemos, o PIB é o produto interno bruto produzido por um determinado território em um período de tempo determinado onde é medido, através da soma em valores monetários, os bens e serviços finais gerados por uma dada Economia. De acordo com essa teoria, a notícia publicada na última quinta-feira (16) no site Ig traz uma constatação positiva.
Segundo o IBC-Br, indíce que avalia a evolução da atividade econômica brasileira observando o desempenho do PIB, em relação ao mês de abril do ano de 2015 apresentou resultado favorável. Confiram na reportagem a seguir:

Após 15 meses de queda, PIB fica estável



PAN 2015

quarta-feira, 15 de junho de 2016

PIB continua sendo prioridade no Brasil frente a FIB (Felicidade Interna Bruta)

        A reportagem dada pelo ex-secretário do Tesouro norte-americano na época de Bill Clinton e ex-conselheiro econômico de Barack Obama mostra um pensamento que está longe de ser realidade no Brasil: o mundo deve se contentar com avanços econômicos bem pequenos daqui para frente e procurar otimizar a qualidade de vida da população dentro da realidade de diferentes países.
       Segundo o escritor da reportagem, o Brasil está seguindo a contra-mão dessa ideia, cortando gastos e diminuindo o poder de áreas que distam da economia, o que está ameaçando diretamente benefícios conquistados pela população. Apesar de terem muitas contradições em relação a capacidade ou não de se turbinar o crescimento do PIB no Brasil, no caso de algumas economias ao redor do mundo há casos que o PIB se estabilizou, isto é, apresenta crescimento pequeno já há alguns anos, sendo o momento certo de se investir na FIB destes países. É como se a economia fosse um carro que possui velocidade máxima de 200km/h e já estivesse a 190. Não dá pra se ter um aumento de 10% nessa velocidade.
       O link da reportagem para conferência de todos se encontra abaixo
                  
A ditadura do PIB

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Desemprego atinge um quarto dos jovens com menos de 25 anos

O Jornal Estadão trouxe nessa sexta-feira (10) uma notícia desagradável para os mais jovens: o desemprego entre os que possui 14 e 24 anos aumentou e atinge um pouco mais de 25% deles.
O levantamento foi feito pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Avançada) e também apontou uma elevação do desemprego entre as pessoas de 25 a 59 anos: de 6,69% para 7,91%. Em relação às regiões geográficas, o Nordeste do Brasil supera com 10% e entre as mulheres o índice é de 12,75% em comparação com os homens que é de 9,48%.
A pesquisa também mostra o vínculo com a escolaridade, a remuneração paga e também sobre o porquê desses índices. Acompanhem: Carreira no mercado: desemprego cresce entre os jovens




quarta-feira, 8 de junho de 2016

Salário mínimo inviabiliza contratação de trabalhadores menos qualificados

        A ilusão de que o aumento do salário mínimo iguala o poder aquisitivo de pessoas de classes inferiores ao de pessoas que possuem uma renda melhor está muito claramente explicada e desmascarada na reportagem do Instituto Liberal de São Paulo (ILISP). Nela, fica claro que o salário mínimo torna muitas vezes inviável a contratação de um trabalhador por empresas pelo simples fato de que, dependendo do preço do salário mínimo, o gasto com esse trabalhador não pagará o quanto o mesmo produziu pela empresa. Isso cria problemas sociais graves, como a atuação de trabalhadores em cargos ainda mais baixos dos quais os mesmos estão capacitados a atuar e a não assinatura de carteiras de trabalho, impossibilitando os trabalhadores de gozarem de direitos importantes que poderiam ampará-los em casos de imprevistos a curto, médio e longo prazo, bem como da previdência social.
        Segue o link da reportagem:

Defender o salário mínimo é ser contra os mais pobres e os menos qualificados

segunda-feira, 6 de junho de 2016

FMI diz que políticas neoliberais aumentaram desigualdade

      O neoliberalismo é uma doutrina econômica, que recebeu críticas de um de seus maiores defensores, o Fundo Monetário Internacional (FMI), em artigo publicado por três economistas da instituição.
     O documento sugere que os benefícios de algumas políticas neoliberais, pode ter efeitos nocivos de longo prazo. O corte de gastos do governo, privatização, livre comércio e a abertura de capital podem ter custos "significativos" em termos do aumento da desigualdade.

Segue algumas características do Neoliberalismo:

- Mínima participação estatal nos rumos da economia de um país e pouca intervenção do governo no mercado de trabalho;
- Política de privatização de empresas estatais;
- Livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização e abertura da economia para a entrada de multinacionais;
- Adoção de medidas contra o protecionismo econômico;
- Diminuição do tamanho do estado, tornando-o mais eficiente;
- Posição contrária aos impostos e tributos excessivos;
- Aumento da produção, como objetivo básico para atingir o desenvolvimento econômico;
- Contra o controle de preços dos produtos e serviços por parte do estado, ou seja, a lei da oferta e demanda é suficiente para regular os preços;
- A base da economia deve ser formada por empresas privadas;
- Defesa dos princípios econômicos do capitalismo.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

A aposentadoria no Brasil - o rombo na Previdência Social

A Previdência Social tem sido assunto de grande debate nos últimos meses, principalmente para aqueles que defendem que a idade média de aposentadoria no Brasil, devido haver a idade mínima, é baixa. Com a expectativa de vida girando em torno dos 80 anos, é necessário fazer uma reforma previdenciária para que a longo prazo o país não sofra com o déficit de jovens e o elevado número de idosos. O fato é que com o modelo atual, as contas já não estão mais fechando e a tendência é piorar: os trabalhadores na ativa não conseguirão mais financiar a aposentadoria de quem não está mais no mercado de trabalho.
Nesse sentido, na última terça-feira (31), a Globo News entrevistou o economista do Banco Morgan Stanley, Ruchir Sharma, que teceu sua análise sobre o tema, advertindo que o sistema previdenciário é grande demais para um país com renda per capita pequena (considerando a grande desigualdade social). Segue o link com a entrevista!

Tarefa difícil: mudar o sistema previdenciário do Brasil


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Queda do arrecadamento, gastos com previdência, obras das Olimpíadas, dentre outros, causam rombo nos cofres do Rio e fazem os mesmos voltarem ao patamar de 2007


        A notícia publicada pelo jornal "O Globo" no fim do mês passado traz uma breve previsão balanço do orçamento do estado do Rio de Janeiro para o ano de 2016. Segundo essa previsão, o estado terá disponível para gastar o valor da receita do ano de 2007 (corrigido pelo IPCA), podendo assim, dizer-se que o patamar do orçamento das contas públicas teve recuo de uma década.
        Os principais motivos desse recuo das contas públicas do estado estão relacionadas a queda da arrecadação de impostos, impulsionada pelo esfriamento das atividades industriais e comerciais, e altos gastos com a previdência social, situação agravada pela lei de paridade, que obriga que os inativos também sejam contemplados com o aumento concebido pelo governo do estado a 49 categorias em 2014.
      Além disso, outras razões também tiveram contribuição para o declínio nas contas do estado, como obras de grande porte para a Copa e as Olimpíadas, excesso de confiança nas receitas trazidas pelo pré-sal, dentre outras, como pode ser visto na notícia que pode ser acessada no link abaixo do gráfico a seguir.

Estado prevê gastar este ano valor equivalente ao orçamento de 2007