terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, 13,75% ao ano, mas avaliou corte maior por conta da recessão na economia brasileira.

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Parte dos analistas do mercado financeiro, devido ao cenário recessivo na economia, já acreditava que o Banco Central poderia aumentar corte dos juros, a expectativa era de realizar um corte de 0,50 ponto percentual, para 13,50% ao ano. Já o BC prevaleceu uma posição mais conservadora por parte da autoridade monetária.

Recessão na economia:
Diante de um cenário de recessão, tem crescido a pressão para corte na taxa básica de juros, como forma de baratear a realização de novos investimentos e de linhas de crédito para pagagamento de dívidas. A economia segue operando com alto nível de ociosidade dos fatores de produção, refletido nos baixos índices de utilização da capacidade da indústria e, principalmente, na taxa de desemprego.

Inflação: 

Com o cenário de atividade em recessão, o BC informou que a "inflação recente mostrou-se mais favorável que o esperado, em parte em decorrência da reversão da alta de preços de alimentos, mas também com sinais de desinflação mais difundida".



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Construção civil fechou 441 mil vagas de emprego

O setor da construção civil apresentou queda neste último ano. Levantamentos feitos entre outubro de 2015 e outubro deste ano apontam que 441 mil vagas de emprego formais foram fechadas. A pesquisa, que foi divulgada ontem (1º), aborda ainda que o ramo atualmente emprega 2,64 milhões de pessoas. Há um ano eram 3,08 milhões. Notícia ainda mais desestimuladora para os adeptos à área é que as previsões indicam que esse número deve reduzir ainda mais nos próximos anos. Acompanham a notícia completa publicada no site Empresa Brasil de Comunicação (EBC): Construção civil em crise!!!


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

BC corta ainda mais os juros

        Na última quarta-feira (30/11/16), a taxa Selic (taxa de juros) foi cortada para o valor mais baixo desde meados de 2015. Porém, a baixa foi abaixo da almejada pelo Governo anteriormente. Essa queda menor foi influenciada pela baixa atividade econômica registrada no último trimestre (houve um encolhimento de 0,8% no PIB do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE)).
        Com essa queda mais baixa dos juros, o Governo espera conseguir convergir mais rapidamente a inflação para a meta de 4,5% ao ano, já que, se os juros não caem muito, a autoridade monetária tem mais facilidade de controlar o consumo e o investimento, a economia desacelera e evita-se que os preços subam, ou seja, que haja inflação.
        Essa queda mais cautelosa da taxa Selic foi também influenciada pela inesperada eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos da América (EUA), que levou o mercado a acreditar em um aumento mais rápido dos juros americanos, o que levou a uma alta de 7% do dólar ante o real no último mês (novembro). Uma maior desvalorização do real é um fator que pode atrapalhar a desaceleração da inflação brasileira.
        A notícia na íntegra pode ser acessada pelo link a seguir

Copom anuncia 2º corte seguido na Selic, e juros caem a 13,75% ao ano

 
       

terça-feira, 29 de novembro de 2016

O desemprego ficou em 11,8% no trimestre encerrado em outubro.

Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o desemprego ficou em 11,8% no trimestre encerrado em outubro. No mesmo período de 2015, a taxa ficou em 8,9%. Já no trimestre terminado em julho deste ano, o índice foi de 11,6%.
A quantidade de desempregados chegou ao novo recorde de 12,042 milhões de pessoas nos três meses até outubro, 32,7 por cento maior sobre 2015. Neste caso a situação é mais grave do que os números mostram, porque a população ocupada continua caindo. As pessoas estão em sua maioria desistindo de procurar trabalho dada a dificuldade apresentada pelo mercado em gerar vagas.

O mercado de trabalho é um dos principais reflexos da recessão econômica. Economistas consultados pelo Banco Central projetam contração de 3,49 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, com crescimento de apenas 0,98 por cento no próximo.

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http://exame.abril.com.br/economia/desemprego-fica-em-118-e-pessoas-desistem-de-procurar-colocacao/

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

BNDES devolverá R$100 bilhões ao Tesouro Nacional

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ratificou ontem (24) que o recurso recuperado do BNDES (R$100 bilhões de reais) será integralmente utilizado para o pagamento da dívida pública. Além disso, disso que a dívida bruta da União cairá na mesma proporção que esse valor, que será repassado em uma só parcela. Por fim, prometeu que a devolução antecipada desse recurso fará com que o Tesouro economize cerca de R$30 bilhões com relação aos custos implícitos dos empréstimos. Acompanhem a notícia na íntegra no site do Governo Federal.



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Só em MG, 57 agências do BB serão fechadas ou transformadas

        O Banco do Brasil (BB), anunciou um plano de reestruturação que, entre janeiro e fevereiro de 2017, fechará 402 agências e transformará 379 em postos de atendimento (com uma estrutura mais simples) em diversas cidades de todo o país. No estado de Minas Gerais, 21 agências serão fechadas e 36 transformadas em postos de atendimento, sendo que, em Juiz de Fora, a unidade da Rua Floriano Peixoto e uma das unidades da Avenida Barão do Rio Branco (esquina com a Rua Oscar Vidal), serão fechadas.
        Essa reestruturação de agências, juntamente com o plano de aposentadoria incentivada, anunciados no último domingo (20) pela instituição financeira, podem gerar uma economia anual de R$ 3,798 bilhões, caso os 18 mil funcionários habilitados optem por deixar o banco em troca de benefícios. Segundo boatos, a última greve dos bancários, este ano, foi influenciada por vazamento de informações prévias desse plano de reestruturação, criando um clima de insegurança por parte dos funcionários dos diversos bancos atuantes no Brasil.
        Há, também, especulações de que essa reestruturação foi influenciada pela criação de plataformas digitas para notebooks, tablets, etc, e aplicativos para smartphones, que dispensam, muitas vezes, a necessidade dos clientes se deslocarem até uma agência e lidar diretamente com um funcionário para a realização de pagamentos, transferências, depósitos, dentre outros serviços. Porém, muitos economistas, segundo o site da empresa de TI, Verios, concordam que a substituição de trabalho humano por máquinas e computadores não causa desemprego. Se por um lado, um emprego é extinto, por outro, novas oportunidades surgem, e, normalmente, em empregos mais qualificados e melhor remunerados que os extintos. Por exemplo, praticamente não existem mais ascensoristas, mas há, atualmente, o cargo de web designer.
        A lista das cidades mineiras que possuem agências que sofrerão reestruturações e outras informações podem ser acessadas nos links a seguir

Em MG, Banco do Brasil vai fechar 21 agências e transformar 36 em postos

Agências do Banco do Brasil são fechadas em Juiz de Fora




        

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

IBGE revisa PIB 2014

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atualizou nessa semana o crescimento econômico brasileiro em 2014. Na notícia vinculada no G1 na última quinta-feira (17), o PIB cresceu 0,5% e o PIB per capita chegou a aproximadamente R$28.500,00 - o que permite reafirmar que a distribuição de renda no país é irrisória.
Outra informação acerca dessa revisão foi dada pelo economista da Coordenação de Contas Nacionais do IBGE, Cristiano Martins, que destacou que o principal fator para essa revisão no PIB foi o consumo das famílias, variável importante para o cômputo do Produto Interno Bruto. Confiram as demais variáveis na reportagem a seguir:


Adaptado do site G1