Espaço para interação e discussão com os alunos da disciplina de economia introdutória (ECO034) oferecida pela Faculdade de Economia da Universidade Federal de Juiz de Fora, sob orientação do Prof. Ângelo Cardoso Pereira.
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
Incerteza e desigualdade para o próximo ano
segunda-feira, 2 de novembro de 2020
Redução do auxílio emergencial provoca queda do consumo e da inflação
A redução do valor do auxílio emergencial provocou uma contração das vendas em supermercados - fator ampliado pela inflação crescente. As famílias têm enxugado os gastos com compras, que comportamento que contrapõe os altos gastos com mercados e estoques de alimento em estágios passados da pandemia, cortando quase completamente os gastos supérfluos.
A redução do consumo e um horizonte sem perspectiva de aumento no emprego tende a esfriar os níveis de preço por causa da reação dos produtores de desacelerar os ajustes de preços. Desse modo, vemos pela primeira vez uma ruptura das tendências economias que se mantinham desde o começo da pandemia com as primeiras parcelas do auxílio emergencial.
Veja mais em: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2020/10/30/inflacao-e-reducao-do-auxilio-emergencial-ja-derrubam-vendas-nos-supermercados.htm
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
Profissionais seguem otimistas com emprego e renda, mas temem riscos do trabalho presencial
Na recente pesquisa realizada pelo Linkedin a confiança do trabalhador subiu pela terceira vez seguida, o índice se alterou positivamente em 4 pontos no último mês sendo que este pode variar entre -100 e 100. Se for analisado os componentes do índice separadamente, houve uma variação de 6 pontos no quesito de segurança quanto ao próprio emprego, um aumento de 4 pontos nas perspectivas financeira e uma queda de 3 pontos nas chances de progressão na carreira.
A pesquisa ainda relata que embora as grandes empresas estejam no momento mais adaptadas no trabalho remoto, há uma maior chance das pequenas empresas conseguem no longo prazo se adaptar melhor num modelo híbrido, no qual uma parcela da força de trabalho frequentar o escritório algumas vezes por semana enquanto os demais continuaram no home office permanentemente.
Por fim, é feita uma separação por geração no qual, as pessoas mais de 55 anos têm maior probabilidade de terem sua renda reduzidas por causa da pandemia e possuem a maior taxa de redução de horas de trabalho. Já a geração Z tem acumulada maior dívidas enquanto a geração X tem o maior índice de demissão.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2020
Por que viver mais é bom para a economia?
Com a melhoras das tecnologias e dos recursos destinados à saúde, a longevidade das pessoas vêm aumentando cada vez mais. Dados indicam que, em 2018, a população idosa mundial passou a ser mais numerosa do que a de crianças com menos de cinco anos. À contramão do esperado, a maior expectativa de vida traz consigo um maior bem-estar para pessoas com idade cada vez mais avançada.
Viver mais e com saúde pode garantir uma maior força de trabalho, o que gera mais renda para a economia. 8 trilhões de dólares foram gerados por americanos com 50 anos ou mais em 2015 (um ano cujo PIB dos EUA foi de 18 trilhões). A participação dessa população para o aumento da produtividade tende a elevar o bem-estar da sociedade como um todo e contribuir para a renda dos países.
No entanto, não é apenas com mão de obra que a população idosa contribui para a economia. Eles também são um público consumidor que pode se beneficiar muito do sistema de economia sob demanda que nasceu com a chegada dos millenials à idade produtiva. Diversas das necessidades e dificuldades que a velhice trás podem ser atendidas por meio de um mercado atento a essas demandas.
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terça-feira, 6 de outubro de 2020
Home Office: Uma nova Perspectiva
Como foi discutido em aula, mudanças tecnológicas são um dos principais fatores que induzem o crescimento econômico. Embora, a pandemia tenha causado uma forte queda no PIB brasileiro, está também pode ser um catalisador para algumas mudanças nas relações de trabalho no Brasil, principalmente com a implementação do chamado home office.
A pandemia do COVID-19 causou uma mudança significativa na rotina de trabalho de um grande número de brasileiros, segundo a reportagem, são mais de 8 milhões de pessoas que ainda estão trabalhando em casa por todo o Brasil. No entanto, esse número representa apenas 10% da população economicamente ativa e demonstra, mais uma vez, as desigualdades do país pois, 57,9% desses trabalhadores estão situados na região Sudeste, 64,5% se declararam de cor branca e 78,5% possuem ensino superior completo.
Neste aspecto, considerando a parcela da poluição que faz o home office, uma recente pesquisa demonstrou que essa prática pode alterar significativamente a renda das famílias. Segundo esta, a economia dos gastos em itens como transporte, alimentação e vestuário, podem acarretar numa queda de 8% das despesas mensais. Se for considerada a renda mensal disponível( rendimentos total descontadas as despesas) isso pode gerar um aumento de 43,4%.
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terça-feira, 22 de outubro de 2019
PIB e PNB: saiba diferenciá-los
Diferentemente de o que se é considerado na medida do PIB, exclui-se da conta do Produto Nacional Bruto a Renda Líquida Enviada ao Exterior (RLEE), ou seja, aquilo que uma empresa ou uma pessoa de outro país do mundo produzem dentro do território a estar sendo considerado, quando uma parcela dessa renda é mandado para o país de origem da empresa ou da pessoa, essa parcela é subtraída do valor do PIB desse país.
Sabe-se que o PIB é tudo aquilo que é produzido em determinado território durante um intervalo de tempo considerado (mês, trimestre, ano, dentre outros), logo, o PNB pode ser definido como tudo o que é produzido em determinado território durante um período de tempo considerado excluindo-se o que as empresas filiais mandam para suas sedes e o que estrangeiros mandam para seus familiares, amigos ou qualquer outro cidadão do seu país de origem. Matematicamente, o PIB e o PNB podem ser relacionados como segue:
sábado, 5 de outubro de 2019
Economia de Dubai: o paraíso também está sujeito à crise?
Iniciou-se, pois, uma gigante injeção de capital para a possibilitação dessa estratégia econômica para a região. Porém, será que mesmo uma região de grandes riquezas e renome como Dubai está imune à crises econômicas? A resposta é: não! Até mesmo países com as 'costas quentes' podem ter surpresas econômicas desprazerosas, visto a grande conectividade da economia mundial atual e a dinamicidade do mercado econômico.
Por exemplo,em Dubai, percebeu-se uma diminuição das transações imobiliárias de R$60 bi, que representa 21,5% de toda a receita gerada por essas transações entre os anos de 2017 e 2018. Além disso, o número de turistas à cidade ficou estagnado em 16 milhões nesse mesmo período.
Para a Capital Economie, consultoria com sede em Londres, Dubai é sensível às tensões comerciais mundiais, à desaceleração regional e à recessão do Irã como consequências das sanções aplicadas pelo governo dos EUA.
Mais informações podem ser vistas na notícia ''Dubai se esforça para redirecionar sua economia e atrair investimentos estrangeiros''.




